Ela acorda, deixa os sonhos na cama, as lagrimas no travesseiro, as lembranças no celular, a tristeza no quarto, sua cara inchada na pia do banheiro e põe sua roupa de viver.
Ela brinca, sorri, conversa sobre todos os assuntos, é gentil, educada. Vai pro trabalho e à escola, mas só no quarto dela ela consegue ser ela mesma. Não que fora ela não seja, mas só no quarto dela ela consegue ser 100% autentica. Sem sorrisos falsos, sem choros reprimidos, sem segredos escondidos, sem cabelos impecáveis, roupas desconfortáveis (..) . Sem medo de ser o que se é, sem medo do que se vê, sem medo de se achar, ou até de se perder.
E lá fora ninguém imagina, ninguém percebe, ninguém desconfia. Porque ninguém nunca viu como ela é de verdade.
Ela brinca, sorri, conversa sobre todos os assuntos, é gentil, educada. Vai pro trabalho e à escola, mas só no quarto dela ela consegue ser ela mesma. Não que fora ela não seja, mas só no quarto dela ela consegue ser 100% autentica. Sem sorrisos falsos, sem choros reprimidos, sem segredos escondidos, sem cabelos impecáveis, roupas desconfortáveis (..) . Sem medo de ser o que se é, sem medo do que se vê, sem medo de se achar, ou até de se perder.
E lá fora ninguém imagina, ninguém percebe, ninguém desconfia. Porque ninguém nunca viu como ela é de verdade.
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